competências profissionais

As empresas demandam determinadas competências profissionais. Desde habilidades técnicas até habilidades emocionais (soft skills). Comentamos aqui como adquiri-las, desenvolvê-las e colocá-las em prática com sucesso.

TeInteresa
  • Alegria, nervosismo, surpresa, ira, calma, decepção... Gerenciar a cascata de emoções que vivemos diariamente não é fácil. Porém, a inteligência emocional aparece cada vez com mais força como via para alcançar a felicidade em qualquer aspecto das nossas vidas, incluído o profissional. Você está disposto a aprender a ser feliz?

    Cada vez há mais empresas que adotam o learning by doing, uma metodologia mais voltada para a ação ao treinar os funcionários. Baseia-se na prática do trabalho a ser desempenhado, cujo objetivo é estimular a atividade, a motivação e a participação dos funcionários, compartilhando ideias em grupos de trabalho e desenvolvendo uma autoavaliação justa.

  • Transformar seu horizonte profissional pode ser rápido e simples graças aos bootcamps. Estamos falando de treinamentos especializados que englobam diferentes ramos do setor digital, são intensivos e rápidos, duram em média dois meses, e focam na prática, já que buscam atender à crescente procura por profissionais das empresas. Além disso, não exigem ter um diploma anterior.

    Impulsionadas pela revolução digital, as novas profissões especializadas em tecnologias como o Big Data ou a Inteligência Artificial estão florescendo em um ritmo tal que o mercado de trabalho não é capaz de satisfazer. Com o objetivo de fechar esta fissura, as empresas estão oferecendo a seus colaboradores treinamento para otimizar seu desempenho (upskilling) ou reajustá-los em um novo posto de trabalho (reskilling). A seguir, descubra os benefícios destas tendências.

  • Em um ambiente profissional em permanente evolução, existe um perfil capaz de se adaptar. São os knowmads, do inglês knowledge nomads, ou nômades do conhecimento. São trabalhadores que se destacam pela sua flexibilidade, criatividade e espírito colaborativo. Além disso, eles são apaixonados por seus trabalhos e para os quais não existem fronteiras.

    Em duas décadas — pode ser que menos —, os robôs farão muitos dos trabalhos desempenhados pelos humanos. Mas, antes de ligar os alarmes, vamos ouvir os especialistas. Eles apontam que, na disputa homem-máquina, o ser humano conta com uma vantagem competitiva: a inteligência emocional.