P+D+I

A inovação é uma das principais ferramentas para garantir a sustentabilidade, a eficiência e a competitividade de qualquer empresa. No nosso caso, pelo contínuo compromisso com a inovação, somos a utility espanhola mais inovadora e a terceira da Europa, conforme a classificação da Comissão Europeia.

TeInteresa
  • A Atten2, uma empresa onde a Iberdrola tem participações e ligada ao centro de pesquisa Ik4-Tekniker, foi uma das convidadas do Innoday 2018. Seu CEO, Edgar Martínez, apresentou a inovadora tecnologia de seu sensor Oilwear, que fornece informações fundamentais para realizar uma estratégia de manutenção preditiva.

    O Grupo Iberdrola é atualmente uma das primeiras utilities do mundo por valor de mercado e líder em energias renováveis. A inovação desempenha um papel fundamental em nosso objetivo de nos consolidarmos como a empresa de energia do futuro, e isso ficou demonstrado através da realização do Innoday 2018.

  • O Grupo Iberdrola implementou um projeto-piloto baseado no uso da tecnologia blockchain para garantir em tempo real que a energia fornecida e consumida é 100% renovável. Graças a esta tecnologia, a empresa conseguiu unir as instalações onde se produz a eletricidade com os pontos de consumo e, assim, rastrear a sua origem, aumentando a transparência e, em última instância, favorecendo o uso da energia renovável.

    O MeteoFlow é um sistema integrado para prever as variáveis meteorológicas no médio e longo prazo em qualquer tipo de instalação renovável. O sistema, desenvolvido integralmente pela Iberdrola Renovables, comemora seu décimo quinto aniversário neste ano de 2019 e já tem definido seu novo objetivo: prever as condições marítimas. Apresentamos-lhe todos os detalhes desse sistema de previsão com a ajuda de Pilar Orellana, responsável por monitorar os resultados do projeto.

  • O combate contra as mudanças climáticas é um dos principais desafios do planeta. Para minimizar suas consequências negativas, o objetivo é alcançar uma economia neutra do ponto de vista climático em 2050. A transição para este modelo implicará alterações estruturais com um forte impacto sobre determinadas regiões, áreas e grupos sociais. Para não deixar ninguém para trás, esta transição deve ser justa.

    Conforme estimativas do projeto The New Climate Economy, o mundo precisa investir 90 bilhões de dólares em infraestruturas sustentáveis até 2030. Esses investimentos são imprescindíveis tanto para renovar os antigos equipamentos dos países desenvolvidos e alinhá-los à luta contra as mudanças climáticas quanto para reforçar um crescimento econômico verde nos mercados emergentes e nos países em vias de desenvolvimento.