sociedade

Contribuímos para o progresso da sociedade através de ajudas, iniciativas e programas solidários que incentivam a igualdade, a formação e o desenvolvimento das comunidades.

TeInteresa
  • A educação ambiental para crianças deve começar na escola. O destino do planeta está nas mãos delas, por isso é importante que, desde pequenas, elas aprendam a racionalizar os recursos e a contribuir com seu grãozinho de areia na luta contra as mudanças climáticas. O resultado dessa difícil prova pode ser um mundo mais sustentável e melhor para viver.

    Atualmente, Tóquio (Japão) é a maior 'megacidade' do mundo com 37,4 milhões de habitantes. Em 2100, será Lagos (Nigéria) com 88 milhões. Os números desses núcleos urbanos são assombrosos e, em pouco tempo, se tornarão um grande desafio para a humanidade em aspectos demográfico, migratório, socioeconômico, político e ambiental.

  • Os seres humanos geraram 8,3 bilhões de toneladas métricas de plástico desde 1950. Apenas 9% dos resíduos plásticos são reciclados e a grande maioria acaba em aterros e no meio ambiente, onde se desagrega em micropartículas que poluem as águas e o ar, prejudicam a fauna marinha e, finalmente, são ingeridas pelos seres humanos.

    Cada pessoa gera por dia 0,74 quilos de resíduos. E nos próximos anos se espera que este dado aumente. O velho paradigma de produzir, usar e jogar fora está inundando o mundo de lixo. Soluções como a reutilização, a reciclagem e a valorização energética são mais relevantes do que nunca. No lugar onde o lixo gera mais danos, o Terceiro Mundo, os resíduos eletrônicos se converteram em um grande negócio.

  • Viver sem plástico é possível. Pelo menos em Aberporth, uma pequena cidade turística localizada na costa oeste do País de Gales. Seus 1.100 habitantes reduziram seu consumo até converterem a localidade na primeira comunidade do mundo livre de plástico, graças à iniciativa Plastic-free Aberporth impulsionada por sua concidadã, a cineasta Gail Tudor.

    Cerca de 64 milhões de pessoas no mundo foram obrigadas a se deslocar por conta das mudanças climáticas e, de acordo com o Alto Comissariado das Nações Unidas para Refugiados (ACNUR), este número pode chegar a marca de 1 bilhão nos próximos 50 anos..