meio ambiente

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  • A Cidade do México gera diariamente mais de 13.000 toneladas de resíduos sólidos. Dessa quantidade, e como problema agregado, somente 1,28% são reciclados. Essa foi uma das razões pelas quais a Secretaria do Meio Ambiente do Estado do México (SEDEMA) implementou em 2012 uma iniciativa chamada Mercado del Trueque, permitindo aos cidadãos permutarem resíduos como plástico, PET, latas de alumínio, papel, papelão, vidro ou descartes eletrônicos por alimentos frescos cultivados localmente.

    O plástico é prejudicial ao ambiente porque não se deteriora: uma garrafa tipo PET pode demorar mais de cinco séculos para se decompor. E se pudéssemos converter essa característica nociva em uma vantagem? Sob esta premissa, pesquisadores da Universidade de Rutgers (EUA) criaram um material termoplástico 100% reciclado e reciclável que tem vários usos em construção. O material foi utilizado para construir a ponte de plástico reciclado mais longa do mundo no condado de Peeblesshire na Escócia.

  • Os especialistas calculam que mais de oito toneladas de plástico não biodegradável acabam nos mares e oceanos todos os anos. Na luta contra esse inimigo é vital que as grandes superfícies comerciais adotem medidas, no entanto pequenos supermercados livres de plástico como o unPacked em Madri ou o YES FUTURE em Barcelona são pioneiros em uma batalha travada com armas como a compra a granel, a reutilização de embalagens ou o uso de sacolas de tecido.

    Em um momento em que o mundo está enfrentando uma crise de saúde sem precedentes, a Organização das Nações Unidas (ONU) alerta sobre a importância de valorizar o papel protetor da biodiversidade diante do risco de doenças infecciosas como a COVID-19, assim como não devemos esquecer a crise climática que o planeta está passando.

  • A pandemia da COVID-19 castigou a economia mundial e obrigou a tomada de medidas de curto prazo para dar liquidez aos mercados, apoiar coberturas de desemprego ou reforçar os recursos dos sistemas de saúde. Os trabalhos para desenvolver programas de recuperação econômica no médio e longo prazo estão iniciando em todo o mundo e cada vez mais governos, organismos e empresas apostam em uma recuperação verde.

    Elas não estão nos mapas, mas nos nossos oceanos existem cinco ilhas de plástico flutuante que ameaçam com acabar com boa parte da vida marinha, afetando as mudanças climáticas. Algumas destas manchas de lixo — como a do Pacífico Norte — têm uma superfície como a França, Espanha e Alemanha juntas.