meio ambiente

TeInteresa
  • A Iberdrola conseguiu se posicionar como a primeira utility em âmbito nacional e global, graças aos detalhes e transparência demonstrados na elaboração e publicação do Relatório de Sustentabilidade 2017 e no site da empresa. Tal fato foi reconhecido pelo Estudo sobre o Estado do Reporting de Sustentabilidade do IBEX 35, elaborado pela consultora EcoAct Espanha (setembro de 2018).

    A Iberdrola está fortemente comprometida com a indústria, a inovação e a infraestrutura e contribui de forma direta para atingir o Objetivo de Desenvolvimento Sustentável 9. O grupo aposta em acelerar seus investimentos em energias renováveis, digitalização e mobilidade elétrica para impulsionar uma industrialização inclusiva e sustentável. Dessa forma, lançou um plano de investimento histórico de 75 bilhões de euros até 2025, cuja meta é dinamizar o tecido industrial e a criação de empregos nos países onde está presente.

  • A energia eólica offshore é a fonte de energia limpa e renovável que se obtém aproveitando a força do vento que sopra em alto-mar, onde este alcança uma velocidade maior e mais constante, devido à inexistência de barreiras. Para explorar ao máximo esse recurso, são desenvolvidas megaestruturas assentadas sobre o leito marinho e dotadas das últimas inovações técnicas. Descubra como são e como funcionam esses autênticos colossos do mar.

    A areia, depois da água, é o recurso natural mais demandado. É um componente imprescindível para a fabricação de aparelhos eletrônicos, ou de vidro, sendo também utilizada de forma massiva na construção. O rápido crescimento da população e o desenvolvimento massivo das cidades converteram esse material em um bem escasso, surgindo um negócio muito lucrativo em torno de sua comercialização. O roubo de areia é uma ameaça real para o meio ambiente.

  • O histórico Acordo de Paris, aprovado por 195 nações durante a COP21 (2015), incluiu o objetivo de reforçar a resposta mundial à ameaça da mudança climática e, para tal, manter o aumento da temperatura média mundial muito abaixo dos 2 °C em relação aos níveis pré-industriais e prosseguir com os esforços para limitar esse aumento da temperatura a 1,5 °C. Um novo relatório publicado pelo Grupo Intergovernamental de Especialistas sobre a Mudança Climática (IPCC) reafirma a necessidade urgente de avançar para um cenário de 1,5 °C.

    Só em 2017 geramos mais dados do que nos 5.000 anos anteriores. O 'big data' é a tecnologia que permite analisar essa explosão de informações para desenvolvermos novos avanços e soluções. A aplicação de dados massivos para a proteção do meio ambiente também contribui para a otimização da eficiência no setor energético, tornando as empresas mais sustentáveis e criando cidades inteligentes, só para dar alguns exemplos.