meio ambiente

TeInteresa
  • O ano de 2019 fechou um decennium horribilis para o clima do planeta. O veredito apresentado pela Organização Meteorológica Mundial (OMM) durante a COP25 foi taxativo: a década mais quente da história desde que estão sendo registrados dados (1850). As consequências da subida da temperatura média da Terra vão desde o aumento do nível dos oceanos até a proliferação de fenômenos meteorológicos extremos.

  • Celulares, tablets, notebooks e demais dispositivos digitais... sua proliferação está se tornando um problema para o planeta pois ao terminar a sua vida útil, geramos quase 50 milhões de toneladas de lixo eletrônico, a taxa de reciclagem dos mesmos não é suficiente. Aumentar a reciclagem é essencial para frear as mudanças climáticas e evitar a deterioração do meio ambiente.

    >No âmbito de seu compromisso com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) das Nações Unidas, o grupo Iberdrola foca principalmente no cumprimento do ODS 13, ação climática, contribuindo de forma ativa e decidida para um futuro sustentável e com baixas taxas de carbono para lutar contra as mudanças climáticas. Nesse sentido, estabelecemos o objetivo de reduzir a intensidade de emissões de CO2 para 50 gCO2/kWh e ser neutros em carbono até 2050 em âmbito global.

  • A Conferência do Clima de Madri (COP25) terminou no domingo, dia 15 de dezembro (e não na sexta-feira, dia 13, como estava previsto, o que a torna a mais longa de todas as COP) com resultados 'tênues' em termos de negociações, apesar do seu grande impacto no tocante à mobilização da sociedade civil em geral.

    "Os recifes de corais estão sendo fervidos vivos." Essa afirmação, feita por Gabriel Grimsditch, membro da divisão de ecossistemas marinhos do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA), ativou os sinais de alerta. O panorama para os corais não é muito animador: os cientistas calculam que quase 90 % desses superecossistemas poderiam se extinguir até 2050.