meio ambiente

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  • A eletrificação do transporte e do aquecimento residencial e a obtenção de eletricidade por meio de energias renováveis serão as chaves para descarbonizar a economia europeia até 2050. Esta é a principal conclusão que se depreende do estudo elaborado pela consultoria AFRY (antigamente POYRY) para a Iberdrola, que estabelece um roteiro para o setor de energia no continente.

    Conforme estimativas do projeto The New Climate Economy, o mundo precisa investir 90 bilhões de dólares em infraestruturas sustentáveis até 2030. Esses investimentos são imprescindíveis tanto para renovar os antigos equipamentos dos países desenvolvidos e alinhá-los à luta contra as mudanças climáticas quanto para reforçar um crescimento econômico verde nos mercados emergentes e nos países em vias de desenvolvimento.

  • A descarbonização do planeta é um dos objetivos estipulados por países de todo o mundo até 2050. Nesse sentido, a descarbonização de um elemento como o hidrogênio — responsável atualmente por mais de 2 % das emissões totais de CO2 no mundo —, que resulta no hidrogênio verde, se revela como um dos pontos-chave. A seguir, saiba como ele é obtido e seu impacto nas próximas décadas.

    Pelo menos 165 milhões de partículas de plástico flutuam normalmente no estuário do porto de Nova York e Nova Jersey, conforme um estudo recente dos guarda-costas da área compartilhada por ambos os estados. Uma das iniciativas pioneiras em combater o plástico nas águas marinhas da área é a Plastic Free Waters Partnership, que une organizações do setor educativo e público, ONGs e empresas privadas com um objetivo comum: eliminar os resíduos plásticos das suas águas.

  • re.turn, na cidade de Porto Alegre, ao sul do Brasil, destaca-se por seu acentuado caráter social: o projeto busca inspirar as pessoas, ajudar os grupos mais vulneráveis e, sobretudo, cuidar do mar. Seus fundadores — surfistas — pretendem devolver aos oceanos tudo o que estes lhes deram, por isso desenvolvem iniciativas sustentáveis com materiais reciclados.

    As espécies exóticas invasoras foram introduzidas de forma natural, acidental ou intencional em um meio que não é o seu e, após um certo tempo, conseguem se adaptar ao mesmo e colonizá-lo. De acordo com o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), essas espécies são a segunda causa de perda de biodiversidade no mundo. A seguir, analisamos algumas das mais daninhas.