meio ambiente

TeInteresa
  • Com o seu apelido, sétimo continente, já se diz tudo... e não é para menos. A ilha de lixo que flutua no Pacífico triplica o tamanho da França e é o maior depósito de lixo oceânico do mundo com 1,8 trilhões de pedaços de plástico flutuantes que matam, anualmente, milhares de animais marinhos entre a Califórnia e o Havaí.

    O plástico conseguiu chegar ao ponto mais profundo do planeta: o abismo Challenger, situado a 11.000 metros de profundidade, onde praticamente nem mesmo o homem é capaz de chegar. A descoberta é a melhor prova da dimensão do problema e de que chegou o momento de se conscientizar e fazer o possível para reverter essa situação.

  • Hoje em dia, aprender a reciclar é mais fácil e divertido do que nunca para os pequenos da casa. Existem vários jogos e atividades relacionados com a reciclagem e pensados para ensinar as crianças a gerarem menos lixo, separarem resíduos e reutilizarem, reforçando assim seus valores ecológicos e seu compromisso com o meio ambiente.

    Os nossos hábitos alimentares contribuem para o aquecimento global, um fenômeno que ameaça provocar graves danos ao planeta. A Organização das Nações Unidas (ONU) adverte: só o desperdício de alimentos causa 10% dos gases de efeito estufa. Também apela para que modifiquemos a nossa dieta para reverter esta situação.

  • A Cúpula Para a Ação Climática da ONU 2019 acontecerá no próximo dia 23 de setembro na Sede da Organização das Nações Unidas —Nova York— e priorizará nove áreas de ação prioritárias, todas elas lideradas por 19 países com o apoio de diferentes organizações internacionais. Indubitavelmente, este encontro servirá para ter uma ideia da dimensão do compromisso real do mundo em relação com a crise do clima.

    Ajudam a combater a poluição, favorecem a biodiversidade no núcleo das grandes cidades e facilitam o controle da temperatura e da umidade. As áreas verdes no seio das metrópoles também são um importante elemento de coesão social. O conceito do parque urbano como espaço aberto para os cidadãos usufruírem surgiu no século XIX, mas sua importância é tal que marca a configuração das urbes em todo o mundo.