Notícia

2019-12-19 00:00:00.0

A Iberdrola e a AECC renovam a parceria e concentram seus esforços na pesquisa

  • Desde 2015, a Companhia e seus clientes já deram quase 3 milhões de euros - a maioria deste montante através da iniciativa Juntos contra o câncer, que conta com a colaboração de mais de 86.000 clientes -.
  • Os recursos obtidos desde agora serão destinados principalmente à uma pesquisa liderada pelo Dr. Jesús San Miguel, da Fundação para a Pesquisa Médica Aplicada em Navarra (Espanha)

A Iberdrola e a Associação Espanhola Contra o Câncer (AECC) renovaram a sua parceria até 2021, por meio de um novo acordo de colaboração, que direcionarão principalmente para a pesquisa para um melhor diagnóstico e tratamento do câncer. É o que explicou Ángeles Santamaría, Diretora Executiva da Iberdrola España, e Ignacio Muñoz Pidal, Presidente da Associação, em uma visita realizada nesta manhã à sede madrilena da entidade.

A colaboração da Iberdrola com a AECC começou em 2015 e, desde então, os recursos destinados pela companhia energética a atividades de difusão e sensibilização para seguir conscientizando sobre a necessidade de aumentar a pesquisa neste campo foram de quase 3 milhões de euros.

No encontro, Ángeles Santamaría ressaltou “a relevância desta colaboração para seguir contribuindo para a luta contra esta doença, a partir dos âmbitos onde a iniciativa privada é mais útil: conscientizando sobre a prevenção e os hábitos saudáveis e proporcionando recursos para permitir que nossos pesquisadores avancem em termos de conhecimento da doença e de seus tratamentos. Neste sentido, destacou o engajamento dos funcionários e dos clientes da Companhia em iniciativas que demonstram as vantagens de trabalhar juntos contra o câncer”.

Por sua parte, Ignacio Muñoz sublinhou que a “Iberdrola é um magnífico exemplo da conscientização na luta contra o câncer, pois une o apoio social através do compromisso de seus clientes e o apoio empresarial, dado que duplicam como empresa a contribuição de seus clientes”. “Além disso - continuou o Presidente da Associação -, esta renovação significa o respaldo de uma grande empresa e o exemplo perfeito de um compromisso sustentado no tempo”. A Associação é atualmente a entidade que destina mais fundos para pesquisar sobre a doença, com 70 milhões de euros em 380 projetos de pesquisa em desenvolvimento desde 2013.

 

Clientes, funcionários e empresa, juntos contra o câncer 

Entre as iniciativas mais inovadoras desenvolvidas no âmbito deste acordo, está a Juntos contra o câncer, pela qual a Iberdrola oferece a seus clientes a possibilidade de colaborar com a associação, comprometendo-se a duplicar a quantidade que doam mensalmente, através de sua conta de luz ou gás. Desde o lançamento desta campanha em 2017, mais de 86.000 clientes da Companhia se envolveram no projeto, onde a Iberdrola e seus clientes destinaram à AECC um total de 2,4 milhões de euros.

Do mesmo modo, a empresa patrocina as corridas da AECC contra o câncer em Madri, Múrcia e Valladolid (esta última, a maior da Espanha e que mais arrecadou para a pesquisa); organiza ações no Dia Mundial contra o Câncer e no Dia Mundial da Pesquisa sobre o Câncer; e promove palestras, workshops e campanhas informativas para conscientizar seus trabalhadores, incidindo na prevenção e importância de adquirir hábitos de vida saudáveis para minimizar o impacto desta doença.

 

Pesquisar para entender e aumentar a sobrevivência

O acordo assinado hoje por ambas as entidades estabelece que, a partir de agora, todos os recursos doados pela Companhia energética se destinem integralmente à pesquisa e, mais concretamente, ao Estudo de mecanismos de transformação e resistência de cânceres hematológicos, liderado pelo Dr. Jesús San Miguel da Fundação para a Pesquisa Médica Aplicada em Navarra (Espanha), e onde participam pesquisadores do Reino Unido e da Itália.

O objetivo desta pesquisa, que receberá estes recursos durante os próximos três anos, com a possibilidade de prorrogar dois anos mais, é entender como funciona o mecanismo pelo qual as células se transformam em cancerosas, permitindo avançar em termos de diagnóstico precoce e, além disso, analisar os mecanismos de resistência deste tipo de cânceres após um tratamento, dando lugar eventualmente a uma recaída em pacientes de mieloma múltiplo, leucemias mieloblásticas e linfomas foliculares.

Graças à pesquisa, atualmente há uma sobrevivência de cinco anos de 53%, mas o objetivo é chegar a 70% em 2030. Para tal, é preciso promover a pesquisa sobre o câncer como país como um todo e somente será possível conseguir o objetivo com o esforço e a colaboração de toda a sociedade.

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