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31/07/2020

A Iberdrola contribui para o desenvolvimento econômico da Astúrias com investimentos em energias renováveis, apoio à indústria e à criação de emprego local e ao empreendimento

  • Após a recente adjudicação de pedidos a empresas asturianas no valor de 200 milhões de euros e de ter começado a instalação de 130 MW energia eólica na região, implementa uma Plataforma de Inovação Cidadã para canalizar iniciativas empreendedoras e um projeto de valorização de resíduos

A Iberdrola definiu os pilares de sua contribuição para o desenvolvimento socioeconômico em torno da transição energética nas Astúrias em três âmbitos de ação: mais investimentos em energias renováveis, apoio à criação de emprego através da geração de oportunidades e contratos destinados à indústria local e novos projetos de inovação, tal como o lançamento de uma Plataforma de Inovação Cidadã para canalizar iniciativas empreendedoras.

Na semana passada, a companhia antecipou a adjudicação de contratos a seis empresas asturianas (Windar, Tensa, Isotrón (Grupo Isastur), Gonvarri Solar Steel, Asturmadi Reneergy e Asturfeito) para novos projetos de energias renováveis e a instalação de redes elétricas inteligentes. Tais projetos capacitam as empresas asturianas para participarem do desenvolvimento de setores do futuro na Espanha e nos mercados internacionais e permitem a criação de milhares de empregos na região.

Essas adjudicações, além do contrato formalizado há um mês com a Windar, representam pedidos de quase 200 milhões de euros, multiplicando por quatro a média de compras feitas junto aos fornecedores asturianos pela companhia anualmente. Nos últimos 18 meses, os contratos adjudicados pela Iberdrola a empresas locais se aceleraram, chegando a 300 milhões de euros.


Novos investimentos em energias renováveis que triplicarão sua capacidade instalada na região

A aposta da Iberdrola na consolidação de um modelo energético do futuro nas Astúrias também inclui a aceleração de novos investimentos em projetos eólicos na região.

A companhia desenvolve quatro parques eólicos, que somam um total de 130 MW de potência, triplicando sua capacidade renovável instalada até agora na região. O investimento destinado ao desenvolvimento desses projetos supera a marca de 100 milhões de euros e permitirá criar emprego para aproximadamente 1.200 pessoas, tomando como base as estimativas do PNIEC*.

Os quatro parques eólicos serão compostos por aerogeradores SG114, de 2,62 MW de potência unitária: Cordel-Vidural (37 MW) está localizado entre os municípios de Navia, Valdés e Villayón; Capiechamartín (34 MW) se situa entre Tineo e Valdés; Verdigueiro (36 MW) será construído entre Tineo e Villayón e Panondres (21 MW) entre Villayón e Valdés.

A construção desses projetos já está contribuindo para dinamizar o tecido industrial local e nacional, assim como para a criação de emprego na região, pois praticamente a totalidade dos trabalhos de campo e construção civil está sendo realizada por empresas asturianas. São elas: Hormavasa e Horvalsa, Canteras Rencanos, Deymet, Excade, Posada, Méndez y Mota, Gruas Roxu e Taxus; a promoção está sendo desenvolvida pela ERPASA e a fabricação dos aerogeradores pela Windar (Avilés) e em outras instalações da Siemens Gamesa em Somozas (Galiza), Ágreda (Sória), Reinosa (Cantábria) e Lerma (Burgos).


Plataforma de Inovação Cidadã para canalizar iniciativas empreendedoras

O plano de recuperação verde da Iberdrola nas Astúrias também inclui a implementação de uma Plataforma de Inovação Cidadã para canalizar iniciativas empreendedoras e inovadoras relacionadas à transição energética, que atuem como instrumento para acelerar os processos de colaboração entre os cidadãos, entidades públicas e empresas.

O objetivo fundamental dessa iniciativa é transformar a região em um espaço de experimentação avançada que incentive os empreendedores e as startups que contemplem a possibilidade de se instalar na região, analisando opções de financiamento de iniciativas de P&DI junto a fornecedores locais.

A companhia colocará à disposição da comunidade uma equipe formada por acadêmicos da ALC-Euskampus-Universidade do País Basco e da Universidade Politécnica de Madri, integrados ao EIT Climate-KIC, uma rede de conhecimento e inovação, dependente do Instituto Europeu de Inovação e Tecnologia, dedicada a acelerar a transição para uma economia descarbonizada.

As iniciativas nesse âmbito também incluem a promoção de programas de capacitação e divulgação vocacionados tanto para a Formação Profissional Dual quanto para escolas secundárias e universidades da região com o objetivo de melhorar a empregabilidade.

Mediante diferentes fórmulas, tais como convênios com instituições locais, programa 'Iberdrola U' de empreendimento jovem e atividades de formação no Campus Iberdrola em soluções smart, relacionadas à mobilidade elétrica, ao autoconsumo e à climatização, a companhia promoverá a empregabilidade de jovens e profissionais locais com o objetivo de convertê-los em agentes ativos da transição energética.


Economia circular e valorização de resíduos

A transformação da região envolverá outros projetos, incluindo um relacionado à economia circular, mediante a valorização de resíduos que consiste na reciclagem de cinzas, escórias e gessos para transformá-los em novos materiais destinados ao setor da construção.

As atuações incluem mais investimentos no âmbito da mobilidade sustentável, através da instalação de infraestruturas de recarga para veículos elétricos, assim como a análise de projetos de inovação relacionados às novas tecnologias, como o armazenamento, a produção de hidrogênio verde, etc.

Da mesma forma, os trabalhos de desmantelamento da termelétrica Lada nos próximos quatro anos e meio permitirão dar continuidade à colaboração com fornecedores locais, cujo envolvimento nessas tarefas associadas representará um volume superior ao existente atualmente.


Aposta nas tecnologias limpas, sustentáveis e competitivas

No final de 2017, a Iberdrola solicitou autorização para fechar suas últimas usinas termelétricas no mundo, situadas em Velilla (Palência) e Lada (Astúrias), devido à sua decisão de substituir instalações emissoras de CO2 por energias limpas de última geração, liderando assim a transição energética para um novo modelo energético sustentável. A companhia pretende alcançar uma intensidade de emissões praticamente nula na Europa até 2030 e tem como objetivo atingir a neutralidade em carbono até 2050 em âmbito global.

Desde 2001, a Iberdrola fechou 17 usinas termelétricas a carvão e óleo combustível no mundo - as duas últimas na Espanha -, somando mais de 8.500 MW, o que a converte na maior companhia de eletricidade do mundo sem produção de carvão.

Esta aposta na recuperação verde levou a companhia a bater recordes de investimento ao longo desse ano, chegando a 10 bilhões de euros em energias renováveis, redes elétricas inteligentes e sistemas de armazenamento em larga escala, depois de ter destinado 25 bilhões de euros desde 2001 na Espanha, alcançando a marca de 100 bilhões de euros no mundo, que permitiram criar 80.000* empregos no país.

A Iberdrola é líder em energias renováveis na Espanha, com uma capacidade eólica instalada de mais de 6.000 MW e mais de 16.600 MW em energias renováveis; um volume que no mundo chega a 32.700 MW, convertendo seu parque de geração em um dos mais limpos do setor energético.





*Avaliação conforme dados do PNIEC que estabelece a criação de 12 a 14 empregos/ano por cada milhão de euros investido
* Relatório da PwC, 'Impacto econômico, tributário, social e ambiental da Iberdrola no mundo'.