#natureza
O respeito ao meio ambiente, à fauna e flora ou à natureza são essenciais na luta contra as mudanças climáticas. O Grupo Iberdrola fomenta a biodiversidade dos ecossistemas promovendo o desenvolvimento do patrimônio natural. Além disso, incentiva uma cultura de conscientização social sobre as ações que contribuem para a sua conservação.
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A ação humana e o aquecimento global estão acelerando a extinção das espécies. Enquanto avançamos na necessária transição para uma economia descarbonizada e ambientalmente responsável, nunca foi tão importante proteger a biodiversidade do planeta e seus ecossistemas naturais, especialmente nos chamados países megadiversos. Esses países são definidos como territórios que abrigam uma riqueza extraordinária de espécies e um alto grau de endemismo, ou seja, espécies que não existem em nenhum outro lugar do mundo. No entanto, cabe fazer uma distinção: um país pode ser rico em espécies e altamente diverso mas não estar dentro da categoria de “megadiverso”, algo que ocorre quando não apresenta um elevado nível de singularidade biológica.
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Facebook 10% da superfície mundial abriga cerca de 70% da diversidade biológica terrestre do planeta
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O Dia Mundial do Meio Ambiente 2025, celebrado no dia 5 de junho, faz parte da Década das Nações Unidas da Restauração de Ecossistemas, uma iniciativa global para prevenir, deter e reverter a degradação dos ecossistemas em todo o mundo. Plenamente alinhado com esse objetivo, o Grupo Iberdrola trabalha para ajudar a preservar ecossistemas saudáveis nas regiões onde desenvolve sua atividade.
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Facebook Avançamos rumo à transição energética e à neutralidade climática, essenciais para a restauração dos ecossistemas
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A biodiversidade mundial diminuiu de forma alarmante nos últimos cinquenta anos: mais de 48.600 espécies estão em risco de extinção, de acordo com a Lista Vermelha da IUCN (União Internacional para a Conservação da Natureza). As mudanças climáticas são as principais responsáveis por essa ameaça.
Somente em 2022, os desastres climáticos causaram quase 32 milhões de deslocamentos internos em todo o mundo, de acordo com um relatório do Centro Internacional de Monitoramento de Deslocamentos. O número mostra uma tendência muito preocupante, representando um aumento de quase 43% em relação aos níveis do ano anterior.
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Elas não estão nos mapas, mas nos nossos oceanos existem cinco ilhas de plástico flutuante que ameaçam com acabar com boa parte da vida marinha, afetando as mudanças climáticas. Algumas destas manchas de lixo — como a do Pacífico Norte — têm uma superfície como a França, Espanha e Alemanha juntas.
Ajudam a combater a poluição, favorecem a biodiversidade no núcleo das grandes cidades e facilitam o controle da temperatura e da umidade. As áreas verdes no seio das metrópoles também são um importante elemento de coesão social. O conceito do parque urbano como espaço aberto para os cidadãos usufruírem surgiu no século XIX, mas sua importância é tal que marca a configuração das urbes em todo o mundo.