natureza

O respeito ao meio ambiente, à fauna e flora ou à natureza são essenciais na luta contra as mudanças climáticas. O Grupo Iberdrola fomenta a biodiversidade dos ecossistemas promovendo o desenvolvimento do patrimônio natural. Além disso, incentiva uma cultura de conscientização social sobre as ações que contribuem para a sua conservação.

TeInteresa
  • O ano de 2019 fechou um decennium horribilis para o clima do planeta. O veredito apresentado pela Organização Meteorológica Mundial (OMM) durante a COP25 foi taxativo: a década mais quente da história desde que estão sendo registrados dados (1850). As consequências da subida da temperatura média da Terra vão desde o aumento do nível dos oceanos até a proliferação de fenômenos meteorológicos extremos.

  • A desertificação ou perda de solo fértil e produtivo é um dos problemas que se agudiza na crise climática vivida pelo planeta, pois ao reduzir o número de árvores o efeito estufa aumenta. Uma das soluções é o reflorestamento. Apesar de seus inconvenientes, tornou-se uma alternativa para voltar a colorir milhares de hectares de verde.

    A Iberdrola está lançando o programa Árvores para promover o plantio de 20 milhões de exemplares durante esta década, em consonância com as principais estratégias e compromissos internacionais no âmbito da biodiversidade. O plano estabelece como primeiro objetivo atingir a cifra de 2,5 milhões de árvores plantadas até 2022 e 8 milhões até 2025. No total, elas absorverão aproximadamente 6 milhões de toneladas de CO2 em 30 anos.

  • Além de causar danos à saúde do planeta, o abusivo e insustentável uso dos recursos naturais também arrasa espécies inteiras, fazendo com que desapareçam para sempre. A frenética perda de biodiversidade ameaça atualmente um milhão de animais e plantas. Outras espécies tiveram um destino pior. A seguir, mencionamos algumas das espécies extintas que ficaram apenas na lembrança.

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    A chuva ácida é uma das consequências da poluição atmosférica. Os gases provenientes da queima de combustíveis reagem com o oxigênio do ar e o vapor de água, transformando-se em ácidos que são depositados na superfície terrestre através das precipitações. Essa acidificação do solo e das águas superficiais exerce efeitos devastadores nos ecossistemas e representa um grave perigo para os seres vivos.