#treinamento
A treinamento é um fator-chave para atingir o melhor desempenho no trabalho, facilitar a adaptação às mudanças e possibilitar desenvolvimento profissional. Cuidamos da difusão do conhecimento, da aprendizagem contínua e do intercâmbio cultural.
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No Programa Internacional de Bolsas de Mestrado buscamos desenvolver uma nova geração de profissionais com entusiasmo pelo aprendizado, desejo de inovar e vontade de transformar o setor de energia.
O modelo pedagógico flipped classroom, também conhecido como sala de aula invertida, vem ganhando relevância nos últimos anos diante da necessidade de mudar o sistema tradicional de aprendizagem para adaptá-lo às novas gerações. O fator-chave de sua proposta é que o aluno prepare as lições (parte teórica) fora da sala de aula e realize as atividades (parte prática) em sala.
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Em um mercado de trabalho em constante evolução, manter-se relevante profissionalmente exige uma atualização e adaptação contínua de nossas habilidades. O conceito lifelong learning, ou aprendizagem ao longo da vida, oferece uma resposta eficiente a essa nova realidade, tanto para as organizações que desejam investir em seus talentos quanto para os indivíduos que adotam uma mentalidade de crescimento contínuo.
A educação é um fator essencial na resposta cada vez mais urgente às mudanças climáticas. Os conhecimentos relacionados a esse fenômeno ajudam os jovens a compreender e enfrentar as consequências do aquecimento global, servem de incentivo para modificar seus comportamentos e ajudam a que eles se adaptem ao que já é uma emergência em nível mundial.
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Os profissionais da área STEM (ciência, tecnologia, engenharia e matemática) são essenciais para projetar soluções inovadoras, operar infraestruturas críticas e avançar em direção a um modelo energético mais sustentável.
A digitalização revolucionou a educação, permitido que os estudantes possam aprender a partir de qualquer lugar. Durante a pandemia da COVID-19 isso se tornou fundamental, reabrindo o debate sobre o modelo educativo e fazendo com que professores e estudantes se perguntem: chegou o momento de apostar em um modelo semipresencial?