#natureza
O respeito ao meio ambiente, à fauna e flora ou à natureza são essenciais na luta contra as mudanças climáticas. O Grupo Iberdrola fomenta a biodiversidade dos ecossistemas promovendo o desenvolvimento do patrimônio natural. Além disso, incentiva uma cultura de conscientização social sobre as ações que contribuem para a sua conservação.
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Desde o Acordo de Paris, um termo vem sendo usado em todas as conversas sobre mudanças climáticas: mitigação. O objetivo é reduzir as emissões de gases poluentes na atmosfera e uma das medidas para alcançá-lo é aumentar a presença dos sumidouros de carbono na Terra.
Los expertos estiman que el 99 % de los animales que una vez habitaron el planeta ya no existen y, sin duda, la mano humana ha tenido mucho que ver con estas desapariciones. Sin embargo, en otras ocasiones ha logrado que algunas especies sobrevivan gracias al conservacionismo ambiental. Conoce a diez animales salvados de la extinción.
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As espécies exóticas invasoras foram introduzidas de forma natural, acidental ou intencional em um meio que não é o seu e, após um certo tempo, conseguem se adaptar ao mesmo e colonizá-lo. Essas espécies representam uma das principais causas de perda de biodiversidade no mundo, segundo o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD). A seguir, apresentamos algumas das mais prejudiciais.
Com o seu apelido, sétimo continente, já se diz tudo... e não é para menos. A ilha de lixo que flutua no Pacífico triplica o tamanho da França e é o maior depósito de lixo oceânico do mundo com 1,8 trilhões de pedaços de plástico flutuantes que matam, anualmente, milhares de animais marinhos entre a Califórnia e o Havaí.
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O vírus SARS-CoV-2 e a doença causada por ele, a COVID-19, foram uma das maiores ameaças à humanidade no século XXI. Embora a pandemia já tenha terminado, a biossegurança continua sendo essencial para evitar riscos à saúde e ao meio ambiente decorrentes da exposição a agentes biológicos causadores de doenças.
"Os recifes de corais estão sendo fervidos vivos." Essa afirmação, feita por Gabriel Grimsditch, membro da divisão de ecossistemas marinhos do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA), ativou os sinais de alerta. O panorama para os corais não é muito animador: os cientistas calculam que quase 90 % desses superecossistemas poderiam se extinguir até 2050.