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22/01/2026 - 13:17 UTC +01:00Iberdrola conclui venda de negócio na Hungria por 171 milhões de euros A Iberdrola concluiu a venda de seu negócio na Hungria, após obter todas as autorizações necessárias para realizar a operação. A companhia vendeu 100% das ações da Iberdrola Renovables Magyarország KFT, proprietária de seus ativos na Hungria, a um consórcio formado pela Premier Energy — que já havia adquirido os ativos da empresa na Romênia em 2024 — e por uma subsidiária do grupo húngaro iG TECH Capital. Com esta transação, o Grupo recebeu um total de 171 milhões de euros, incluindo o valor das ações da empresa (128 milhões) e um dividendo distribuído antes do fechamento da operação (43 milhões). Os ativos vendidos incluem 158 megawatts (MW) de capacidade eólica em operação, colocada em funcionamento pela Iberdrola desde sua entrada no país em 2008. Desse total, 124 MW já estão comercializando sua energia no mercado livre após a conclusão do período regulatório tarifário de 15 anos, enquanto os 34 MW restantes passarão a operar nesse regime em menos de um ano. A operação faz parte da estratégia da Iberdrola de direcionar seus investimentos para seus principais negócios — principalmente redes reguladas e geração com contratos de longo prazo — e para mercados considerados estratégicos, como Estados Unidos e Reino Unido. Em linha com essa diretriz, a Iberdrola Energía Internacional definiu como prioridades de investimento outros mercados da União Europeia e a Austrália. LEIA MAIS
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21/01/2026Resiliência energética e eletrificação: pilares do desenvolvimento do setor energético O presidente executivo do Grupo Iberdrola , Ignacio Galán, participou mais uma vez de um dos eventos mais importantes da economia global, o Fórum de Davos 2026, organizado pelo Fórum Econômico Mundial entre os dias 19 e 23 de janeiro. Durante sua participação, Galán teve a oportunidade de conversar com a rede CNBC sobre os desafios que o setor energético enfrenta atualmente. A autonomia energética foi um dos temas centrais da entrevista, cuja relevância tem crescido nos últimos anos como sinônimo de segurança, conforme destacou Galán. Em um cenário de demanda por eletricidade em expansão contínua, essa resiliência energética pode ser alcançada por meio de grandes investimentos em redes de transmissão e distribuição , além da ampliação da geração com tecnologias que não dependam de combustíveis fósseis. Nesse contexto, o presidente executivo da Iberdrola ressaltou os investimentos realizados por países como o Reino Unido, que quadruplicou os aportes na área de redes; e os Estados Unidos, onde alguns estados também dobraram ou triplicaram sua aposta na eletrificação. Essa tendência de eletrificação da indústria está totalmente alinhada ao Plano Estratégico 2025-2028 da Iberdrola , cujos objetivos passam por uma aposta decidida no fortalecimento do caminho rumo à descarbonização com foco na modernização e desenvolvimento das redes elétricas nessas duas regiões. Por último, Ignacio Galán destacou o compromisso da Europa com o consumo de energia não proveniente de combustíveis fósseis, onde 50% da energia já é originada de fontes renováveis, além da nuclear, que contribui para as metas de descarbonização e atualmente representa cerca de 40%. Nesse sentido, a companhia segue avançando com seu processo de eletrificação para aproximar a eletricidade gerada a partir de diferentes fontes dos pontos de fornecimento. LEIA MAIS
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21/01/2026 - 14:11 UTC +01:00Galán: “As redes elétricas serão um vetor de liderança e competitividade mundial” O presidente executivo da Iberdrola , Ignacio Galán, defendeu o aumento dos investimentos em redes elétricas durante sua participação na reunião anual do Fórum Econômico Mundial, em Davos. Em sua avaliação, “as redes elétricas serão um vetor de liderança e competitividade mundial”. Galán destacou que a eletrificação “é imparável” porque todas os novos usos — centros de dados, veículos elétricos, bombas de calor, entre outros — já dependem da eletricidade, e afirmou que a demanda global crescerá 50% até 2035 e poderá dobrar até 2050. “Isso exige triplicar o investimento em redes elétricas, fortalecer a geração limpa e oferecer segurança regulatória a quem investe”, ressaltou. Segundo ele, é necessário transformar e modernizar, para novos usos, muitas das redes que vêm sendo construídas ao longo do último século, além de expandir novas redes para responder ao crescimento da demanda por eletricidade. O presidente executivo defendeu a ambição da Iberdrola no setor de energia: “Para realizar grandes iniciativas, é preciso ter ambição, visão e capacidade. Acredito que estamos no setor certo, no momento certo, e demonstramos ao longo de nossos 125 anos que somos capazes de alcançar as metas que nos propomos”. Galán lembrou que as redes são a espinha dorsal do sistema elétrico e alertou que, após anos de grandes investimentos em nova capacidade de geração, “agora precisamos de redes capazes de absorver toda essa energia e levá-la aos consumidores e indústrias com segurança e competitividade”. Alertou, ainda, que sem redes e interconexões suficientes a eletrificação não conseguirá avançar. Nesse contexto, o presidente executivo da Iberdrola elogiou o European Grid Package da Comissão Europeia por colocar o foco nas redes e defendeu a priorização de projetos críticos, a agilização de licenças e remunerações adequadas que atraiam capital para atividades reguladas essenciais para a transição. Galán também enfatizou o compromisso e a urgência que existem nos Estados Unidos para melhorar as infraestruturas de redes elétricas. Segundo ele, estados como Nova York estão discutindo triplicar os investimentos em linhas de transmissão e distribuição. Durante sua participação, Galán sustentou que a segurança energética é indissociável da segurança nacional e pediu, além disso, pragmatismo tecnológico: “Todas as tecnologias são importantes, mas cada país deve utilizar seus recursos naturais: sol onde há sol, vento onde há vento; não faz sentido planejar contra a geografia”. O presidente executivo situou essas mensagens na trajetória da Iberdrola — 125 anos de história e liderança — e recordou a decisão estratégica tomada há mais de duas décadas de apostar fortemente em redes, energias renováveis e armazenamento, movimento com o qual o Grupo multiplicou seu tamanho em mais de dez vezes. Atualmente, a Iberdrola é a maior companhia de energia elétrica da Europa em valor de mercado e está entre as duas maiores do mundo, após superar 125 bilhões de euros de capitalização. “A Iberdrola prevê, para os próximos quatro anos, investimentos próximos de 60 bilhões de euros, dos quais mais de dois terços serão destinados justamente ao segmento de redes elétricas. E, para viabilizar esses investimentos, são necessários marcos regulatórios estáveis, previsíveis e que incentivem o investimento”, reiterou. LEIA MAIS
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21/01/2026 - 11:53 UTC +01:00Ignacio Galán em Davos: “No dia seguinte a apresentar um plano, já pensamos em superá-lo. Podemos nos tornar a maior empresa de energia elétrica do mundo” O presidente executivo da Iberdrola, Ignacio Galán, afirmou em entrevista concedida ao prestigioso jornal espanhol de negócios Expansión, por conta de sua participação no Fórum Econômico Mundial de Davos 2026 , que, diante de um cenário geopolítico e econômico complexo, a clara aposta da Iberdrola pela eletrificação “significa eficiência, menor custo e maior segurança para os cidadãos. E as redes são um fator fundamental para essa segurança energética”. Galán reforçou ainda que “no setor elétrico temos uma oportunidade única: um setor que tradicionalmente foi defensivo se transformou em um vetor de crescimento econômico, e as redes elétricas são o melhor exemplo disso”. Ignacio Galán não colocou limites ao crescimento da empresa: “Há um ano, sabíamos que poderíamos ultrapassar 100 bilhões de euros em valor de mercado, e hoje estamos convencidos de que podemos nos tornar a maior empresa elétrica do mundo. Se hoje valemos 125 bilhões com apenas 20% do consumo energético eletrificado, quanto poderemos valer se eletrificarmos 40 ou 50%, como indicam as estimativas mais conservadoras?”. Em um ano tão marcante para a Iberdrola, quando comemora seu 125º aniversário, Ignacio Galán assegurou que “é um orgulho e uma responsabilidade” liderar a empresa. “Em primeiro lugar, com aqueles que nos antecederam ao longo desta trajetória de 125 anos. Também com as mais de 46 mil pessoas que trabalham hoje na Iberdrola. E, claro, com a sociedade à qual prestamos serviços há mais de um século. Atendemos 100 milhões de pessoas que, hoje, mais do que nunca, precisam de soluções baseadas na eletricidade para crescer e se desenvolver”. Leia a entrevista completa em: Galán: “A Iberdrola pode se tornar a maior empresa de energia elétrica do mundo”. LEIA MAIS
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19/01/2026 - 12:47 UTC +01:00Iberdrola se destaca nos prêmios da Capital Markets Data (CMD) A Iberdrola foi reconhecida como referência internacional nos mercados de capitais de dívida ao conquistar dois prêmios no Capital Market Data Institute Awards: Melhor Emissor Corporativo Sustentável e Melhor Equipe de Relação com Investidores. As premiações reconhecem o desempenho positivo da Iberdrola ao longo do último ano. Segundo a CMD, a companhia combinou operações financeiras de grande relevância com uma estratégia proativa de relacionamento com investidores, estabelecendo um novo padrão no setor. “Seu modelo transparente de relações com investidores inclui ampla presença global por meio de roadshows, conferências, seminários, sites temáticos e visitas às instalações, reforçando a confiança do mercado junto a uma base de investidores ampla”, explica a CMD. O reconhecimento também destaca a liderança da empresa no setor, materializada em diversas transações verdes e inovadoras, realizadas em diferentes formatos, moedas e mercados, que atraíram de forma constante uma forte demanda e elevados níveis de sobrescrição. A CMD fundamentou sua decisão na escala, consistência e sofisticação da estratégia de financiamento sustentável da Iberdrola, bem como na ampla variedade de títulos emitidos. Além disso, a CMD concedeu ao bônus híbrido emitido pela Iberdrola em outubro passado o selo TopDeal, atribuído trimestralmente às melhores transações do período, com base em critérios como grau de inovação ou sucesso na demanda dos investidores. No caso da Iberdrola, o TopDeal foi concedido por se tratar do primeiro bônus híbrido com certificação do European Union Green Bond Standard (Padrão Europeu de Títulos Verdes da União Europeia). Nos últimos anos, a companhia diversificou suas fontes de financiamento, tanto em termos de mercados e moedas quanto de instrumentos financeiros, além de prolongar os prazos de vencimento de sua dívida. Esta atividade reforça o caráter pioneiro das áreas de Financiamento e Tesouraria do Grupo, bem como da direção de Relações com Investidores. A Iberdrola também tem inovado na busca por diferentes instrumentos, como operações com Agências de Crédito à Exportação (ECA), instituições multilaterais (como o Banco Mundial-IFC e Banco Europeu de Investimentos) e bancos de desenvolvimento (JICA, BNDES, BnB, ICO e Cassa Depositi e Prestiti). Graças a essa estratégia, a maior empresa de energia elétrica da Europa em valor de mercado obteve mais de 16 bilhões de euros em financiamento, por meio de 51 operações em 2025, para acelerar a execução de seu plano estratégico, que prevê 58 bilhões de euros em investimentos até 2028. A Capital Markets Data é uma empresa especializada em dados históricos e atuais dos mercados financeiros, oferecendo serviços de análise, consultoria e soluções tecnológicas voltadas a investidores e instituições financeiras. LEIA MAIS
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16/01/2026 - 08:00 UTC +01:00Iberdrola inicia operação de interconexão entre Canadá-EUA que fornece quase 10% da eletricidade de Massachusetts A Iberdrola, por meio de sua subsidiária norte-americana Avangrid , colocou em operação a rede de transmissão New England Clean Energy Connect (NECEC), uma infraestrutura estratégica que liga os Estados Unidos e o Canadá. Esta linha impulsiona a eletrificação da Nova Inglaterra, reforça a segurança do sistema elétrico e contribui para reduzir os custos de energia, aumentando a competitividade e promovendo o desenvolvimento econômico para residências e empresas da região. O projeto, iniciado em 2018, concluiu sua construção após obter todas as licenças e autorizações federais e estaduais. A NECEC já começou a transmitir energia hidrelétrica produzida em Quebec por meio de uma linha de alta tensão de 233 quilômetros e capacidade de 1.200 MW, suficiente para atender cerca de 10% de todo o consumo de eletricidade de Massachusetts. A rede elétrica, que demandou um investimento de 1,65 bilhão de dólares, conta com contratos regulados e estáveis por 40 anos, firmados com as distribuidoras de Massachusetts e com a Hydro-Québec. Fomento à inovação tecnológica e ao compromisso social O projeto incorpora tecnologias avançadas, como o sistema conversor HVDC, que permite transmitir energia elétrica de forma eficiente a longas distâncias e conectar redes que funcionam de maneira assíncrona. Na subestação de Buxton, no estado do Maine, foram instalados dois equipamentos STATCOM — dispositivos eletrônicos de potência que mantêm os níveis de tensão e melhoram a qualidade do fornecimento — com capacidade de 300 MVAR, essenciais para garantir o equilíbrio da rede em períodos de alta demanda. O impacto positivo da NECEC beneficia diretamente as comunidades locais e a economia regional e contribuirá com centenas de milhões de dólares para iniciativas e programas comunitários. O compromisso com a proteção do meio ambiente também esteve presente ao longo de todas as fases do projeto, incluindo a destinação de cerca de 20.200 hectares para a preservação dos ecossistemas da região LEIA MAIS
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15/01/2026 - 11:17 UTC +01:00A Iberdrola e o BEI assinam um empréstimo verde de 175 milhões de euros para apoiar a construção dos parques eólicos do Tâmega, em Portugal O Banco Europeu de Investimento (BEI) assinou um empréstimo verde de 175 milhões de euros com a Iberdrola para apoiar a construção e operação de dois novos parques eólicos no norte de Portugal. As instalações terão capacidade instalada conjunta de 274 MW, suficiente para fornecer energia limpa a 400 mil pessoas, e serão integradas no complexo hidrelétrico de armazenamento por bombeamento da Iberdrola (também conhecido como “gigabateria do Tâmega”). Este será o primeiro projeto com conexão híbrida entre armazenamento por bombeamento e geração eólica em Portugal, além de ser um dos maiores projetos energéticos do país. O novo empréstimo do BEI conta com a garantia da agência espanhola de crédito à exportação, a Cesce. Esta é a segunda operação da Iberdrola financiada pelo BEI com a garantia da Cesce para apoiar projetos verdes liderados por empresas espanholas fora de Espanha, contribuindo para os objetivos de ação climática e sustentabilidade ambiental da União Europeia. A primeira operação foi o parque eólico offshore Windanker, atualmente em fase de construção no Mar Báltico, em águas alemãs. Um grande complexo de hibridização energética para abastecer o norte de Portugal O novo projeto de hibridização eólica do Tâmega contempla a construção de dois novos parques eólicos, cujas obras avançam de forma satisfatória, já tendo sido concluída a instalação do primeiro aerogerador. Estas instalações se somarão às três usinas hidrelétricas que fazem parte do complexo hidrelétrico de armazenamento por bombeamento do Tâmega financiado pelo BEI — Gouvães, Daivões e Alto Tâmega —, localizadas ao longo do rio Tâmega, nas proximidades do Porto. O complexo hidrelétrico de armazenamento por bombeamento do Tâmega é um dos maiores projetos energéticos de Portugal. Graças à hibridização das duas tecnologias, a eólica e a hidrelétrica podem compartilhar a mesma infraestrutura de conexão à rede elétrica , otimizando a integração das energias renováveis e o uso das infraestruturas existentes, ao mesmo tempo em que se reduz o impacto ambiental. A hibridização reforça também o papel do complexo do Tâmega como um dos pilares da eletrificação de Portugal. Ao aumentar a proporção de energia limpa nas redes, o projeto reforçará o sistema elétrico de Portugal e apoiará diretamente os objetivos europeus e nacionais de reduzir as emissões de carbono, diminuir a dependência dos combustíveis fósseis e alcançar metas climáticas ambiciosas. Além disso, o projeto de hibridização eólica do Tâmega contribui significativamente para os objetivos de ação climática do Grupo BEI, estabelecidos em seu Roteiro Estratégico para o período 2024-2027 e na segunda fase do Roteiro do Banco do Clima para o período 2026-2030, bem como ao plano de ação do BEI para apoiar o programa REPowerEU, cujo objetivo é aumentar a segurança energética e acelerar a transição energética, reduzindo a dependência da União Europeia das importações de combustíveis fósseis. Localizado na região norte de Portugal — uma região de coesão —, o projeto também promove a coesão econômica, social e territorial, uma das oito prioridades estratégicas do Grupo BEI. “Com este novo financiamento, o BEI contribui para a segurança energética de Portugal, aproveitando as sinergias entre tecnologias limpas”, afirmou Jean-Christophe Laloux, diretor-geral de Operações de Empréstimo e Assessoria na UE do Banco Europeu de Investimentos. “Ao combinar energia eólica e hidroelétrica, o complexo de Tâmega aumentará a produção de energia limpa e otimizará o uso das infraestruturas existentes em benefício dos consumidores e das economias locais de Portugal”. “A Cesce tem orgulho de apoiar os esforços das principais empresas espanholas para liderar a transição energética na Europa”, afirmou Beatriz Reguero, diretora da Área de Contas do Estado da Cesce. “O complexo hidroelétrico do Tâmega demonstra como as alianças de longo prazo com instituições como o Banco Europeu de Investimento e a Cesce podem canalizar a inovação e o investimento sustentável para projetos que reforçam o crescimento econômico e promovem a energia renovável para o futuro”. “Esta operação com o BEI, juntamente com a garantia da Cesce, reforça a nossa estratégia de financiamento e confirma a nossa capacidade de impulsionar projetos estratégicos fundamentais na Península Ibérica e em toda a Europa que melhoram a segurança energética e a competitividade através da eletrificação”, afirmou José Sainz Armada, diretor de Finanças, Controle e Desenvolvimento Corporativo da Iberdrola. LEIA MAIS
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15/01/2026 - 09:29 UTC +01:00Iberdrola é a única empresa de energia do mundo a obter selo Top Employer Enterprise pelo segundo ano consecutivo A Iberdrola obteve, pelo segundo ano consecutivo, o selo Top Employer Enterprise, sendo a única companhia global de energia elétrica com esta certificação. A distinção, concedida pelo Top Employers Institute, reconhece a excelência do Grupo na gestão de pessoas e seu compromisso com o desenvolvimento de talentos nos países onde opera, com base em um rigoroso e abrangente processo de avaliação. No caso da Iberdrola, foram concluídas com sucesso dez auditorias independentes na Espanha, Reino Unido, Estados Unidos, Brasil, México, Alemanha, França, Itália, Austrália e Grécia, demonstrando, em cada um desses mercados, a solidez e a capacidade de adaptação das políticas de recursos humanos do Grupo às necessidades e estratégias locais. A Iberdrola é a única empresa de energia europeia a obter pela segunda vez o Selo Enterprise, certificação reservada exclusivamente a organizações reconhecidas em pelo menos dez países de diferentes continentes. Além disso, a companhia também obteve o Selo Azul Regional para a Europa, por contar com seis empresas certificadas na região, e o Selo Vermelho Nacional em cada um dos dez países mencionados. Em nível global, a Iberdrola melhorou suas classificações em mais de quatro pontos percentuais em relação ao ano anterior, superando os padrões do setor de energia e de serviços públicos (utilities) e confirmando sua posição como referência internacional. Nesta última edição, cerca de 2.500 organizações de todo o mundo foram certificadas como Top Employer em uma das três categorias existentes. Dessas, 68 pertencem ao setor energético, mas nenhuma obteve o selo Top Employer Enterprise. Para essa avaliação, o Top Employers Institute analisou as respostas das empresas candidatas a mais de 240 perguntas relacionadas a aspectos-chave como estratégia de pessoas, atração de talentos, capacitação, desenvolvimento e crescimento profissional, liderança e bem-estar. Além disso, apenas são consideradas as práticas implementadas em pelo menos 80% do quadro de colaboradores. Com mais de 30 anos de atuação, o Top Employers Institute é a autoridade global em certificação, avaliação comparativa e consultoria em recursos humanos. LEIA MAIS




