ciência

A inovação é a principal ferramenta da Iberdrola para garantir a sustentabilidade, a eficiência e a competitividade da empresa. A Iberdrola considera essencial a aposta na ciência como motor para o desenvolvimento.

TeInteresa
  • Já faz algum tempo que a inteligência artificial deixou de pertencer ao espectro da ficção científica para, aos poucos, entrar em nossas vidas. Ainda que esteja em uma fase muito inicial, já está caminhando para protagonizar uma revolução comparável à causada pela Internet. As suas aplicações em múltiplos sectores — como saúde, finanças, transportes ou educação, entre outros — levaram a União Europeia a desenvolver as suas próprias Leis de Robótica.

  • Os vulcões escureceram o céu do mundo inteiro, mataram 82.000 pessoas e soterraram cidades e civilizações inteiras. Apesar dos avanços científicos, os vulcões continuam sendo imprevisíveis e nos últimos anos as erupções tornaram-se mais recorrentes. Somente em 2021 vulcões como Etna na Itália, Fagradalsfjall na Islândia, La Soufrière no Caribe e Cumbre Vieja na La Palma (Ilhas Canárias) de registraram atividade.

    A evolução da neurociência e, em paralelo, da neurotecnologia é imparável. Nas próximas décadas veremos, mesmo que pareça ficção científica, dispositivos capazes de decodificar informações em nosso cérebro, amplificar nossos sentidos ou modificar nossas memórias. É aqui que entram em jogo os limites éticos e, nesse sentido, os neurodireitos são essenciais para proteger nossa privacidade mental.

  • A neurotecnologia que, guiada pela neurociência, busca desvendar os enigmas do cérebro, não é uma disciplina nova. Porém, com o meteórico desenvolvimento da inteligência artificial, se abre a um mundo de possibilidades quase infinito. Por um lado, cabe perguntar-se pelas aplicações que podem vir a ter, inclusive a cura de lesões cerebrais, e, por outro, pelos limites derivados da união entre cérebro e máquina, até o ponto que começam a se popularizar conceitos como os neurodireitos.

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    O processamento de linguagem natural (PLN) reúne duas disciplinas tão aparentemente distantes como a linguística e a inteligência artificial. Atualmente, este campo das ciências da computação, que consiste em transformar a linguagem natural em uma linguagem formal (como a de programação) que os computadores possam processar, não para de evoluir e suas aplicações são cada vez maiores.