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A cidade de Nova York sediou a XVI edição da Semana do Clima (22 a 29 de setembro) sob o tema “It's Time” (É hora). Assim como nas edições anteriores, o evento foi apresentado como uma plataforma de conexão e divulgação, com foco no cumprimento das metas climáticas e na necessidade de aumentar os compromissos assumidos por empresas, governos e organizações.
Enfrentamos uma crise hídrica real, que só pode ser combatida através do consumo sustentável, do fomento das energias limpas, da otimização dos processos produtivos e do uso de água reciclada.
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Cidadãos, urbanistas e arquitetos com consciência ecológica depositam suas esperanças nos ecobairros. Eficientes e altamente respeitosos com o meio ambiente, já estão emergindo nas grandes cidades.
A chuva ácida é uma das consequências da poluição atmosférica. Os gases provenientes da queima de combustíveis reagem com o oxigênio do ar e o vapor de água, transformando-se em ácidos que são depositados na superfície terrestre através das precipitações. Essa acidificação do solo e das águas superficiais exerce efeitos devastadores nos ecossistemas e representa um grave perigo para os seres vivos.
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A transição para uma economia descarbonizada não é só fundamental para frear as mudanças climáticas, também é um indutor de crescimento econômico com potencial para criar milhões de empregos verdes. Falamos de trabalhos diretamente destinados a proteger o meio ambiente ou daqueles que visam minimizar o impacto sobre a saúde do planeta.
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Os oceanos são um dos lugares mais belos e misteriosos da Terra. Cobrem mais de 70% do planeta, regulam o clima e abrigam uma biodiversidade essencial para a vida. No entanto, vivem ameaçados por uma contaminação crescente que, durante décadas, foi minimizada por uma ideia equivocada: a de que o mar era tão imenso que poderia absorver qualquer resíduo sem consequências. Hoje sabemos que não era assim.
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O aquecimento global está causando o derretimento das geleiras e de grandes massas de gelo. O nível médio do mar subiu em média 3,2 mm/ano desde 1993. Trata-se de um fenômeno catastrófico para as ilhas e regiões costeiras.
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A poluição atmosférica não é a única que tem efeitos prejudiciais para os seres vivos do planeta. A poluição sonora, conforme a Organização Mundial da Saúde (OMS), é um dos fatores ambientais que provoca mais problemas de saúde. Só na Europa, conforme a Agência Europeia do Ambiente (AEA), ela causa, por ano, 66 mil mortes prematuras e dezenas de milhares de casos de doenças cardiovasculares e diabetes tipo 2.
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