Ação climática
Iberdrola, líder global em ação climática
Mudanças climáticas Descarbonização
Desde o Grupo Iberdrola, lideramos o caminho para uma economia descarbonizada e resiliente, por meio de um modelo de negócio sustentável e eficiente, baseado na eletrificação, no desenvolvimento de redes inteligentes, nas energias renováveis e nas soluções de armazenamento. A ação climática constitui um dos pilares da nossa estratégia de crescimento rentável e criação de valor a longo prazo.
Comprometidos com ações climáticas ambiciosas
Na Iberdrola, consolidamos um modelo energético sustentável, apoiado no desenvolvimento das energias renováveis, na eletrificação da economia, nas redes inteligentes (smart grids) e nas soluções de armazenamento. Nossa aposta na inovação e na ação climática nos tornou uma referência mundial na geração de energia limpa e no desenvolvimento de infraestruturas energéticas sustentáveis.
Nosso Plano de Ação Climática estabelece objetivos concretos para avançar na descarbonização de nossas atividades: alcançar a neutralidade das emissões de CO₂ equivalente do escopo 1 em 2030 e emissões líquidas zero de CO₂ equivalente em todos os escopos antes de 2040.
Principais elementos do plano de ação climática
Objetivos
- 2030
Neutralidade em emissões de escopo 1
Diretas (geração própria e outras) e indiretas de perdas em redes elétricas e consumos próprios
- <2040
Emissões líquidas zero nos Escopos (1, 2 e 3)
Escopos 1 e 2 (emissões indiretas de perdas nas redes elétricas e de consumos próprios) e 3 (demais emissões indiretas sobre as quais o grupo não possui controle ou influência direta (ex.: venda de gás, compra de eletricidade para venda ao cliente final, geração de eletricidade para terceiros, fornecedores))
Alavancas
-
100% Renováveis
Toda a energia 100% zero emissões
-
100% Redes Inteligentes
Redes mais robustas e 100% digitalizadas
-
Compras verdes
Energia 100% verde
Fornecedores - Projetos de redução conjunta de emissões e uso de produtos “verdes"
-
Soluciones verdes a clientes
Oferta de produtos e soluções verdes (eletrificação, H2 verde)
Parcerias em tecnologias verdes e descarbonizadas
Valores
-
Positivo para a sociedade
Economia, indústria e emprego
Transição inclusiva
Acesso universal à energia competitiva
-
Positivo para a natureza
Impacto positivo líquido sobre a biodiversidade em 2030
Modelo de economia circular
Ferramentas
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Governança climática
-
Estratégia e gestão de riscos e oportunidades
-
Inovação tecnológica e de negócios
-
Parcerias e colaboração
-
Financiamento verde
Metas de redução de emissões baseadas em dados científicos, de curto e longo prazo, consistentes com 1,5 °C, verificadas de acordo com a NORMA CORPORATIVA NET-ZERO da SBTI.
Principais elementos do plano de ação climática [PDF]
A Iberdrola aprovou metas de redução de emissões com base científica a curto e longo prazo com a iniciativa Science Based Target (SBTi).
A ação climática: eixo prioritário de nossa estratégia
Nossos Estatutos Sociais colocam a responsabilidade relativa à ação climática no Conselho de Administração. O órgão máximo de gestão do Grupo é o responsável pela aprovação e atualização de um plano de ação climática que permita cumprir os objetivos ambientais da companhia, assim como informar anualmente acerca da gestão climática.
Além disso, a Política de ação climática estabelece o marco para a estratégia e o modelo de negócio da Iberdrola, que está alinhado com o Acordo de Paris e a Agenda 2030. Nela, a Iberdrola continua com sua posição de liderança (diretamente e estabelecendo alianças), promovendo a conscientização (impactos, desafios e benefícios de sua realização) e contribuindo para um futuro sustentável e neutro em carbono.
A Política de ação climática fixa entre suas linhas de atuação prioritárias a eletrificação da economia. Para tal, o Grupo apoiará iniciativas regulatórias que promovam, por exemplo, a mobilidade elétrica e as bombas de calor, o princípio do "poluidor-pagador", a eliminação de subsídios para tecnologias ou setores com emissões elevadas, a análise dos riscos decorrentes das mudanças climáticas e, em geral, o desenvolvimento de um modelo energético sustentável, concreto e global.
O conteúdo da Política de ação climática, que também foi apoiado pelos acionistas na Assembleia General, está alinhado às recomendações da TCFD (Task Force on Climate-related Financial Disclosure)
Link externo, abra em uma nova aba., plataforma de referência em termos de relatório do clima, que estabelece as diretrizes para integrar as mudanças climáticas nos processos internos de planejamento estratégico e de tomada de decisão, assim como na análise, gestão e relatório dos riscos no longo prazo.
Avançamos em direção a net zero emissões
Como pilar estratégico para alcançar esse objetivo, nossa ação climática se apoia no plano de investimentos do Grupo, fundamentado em iniciativas de inovação voltadas à descarbonização da matriz energética, ao aumento de sua resiliência e à consolidação de nossa liderança em energias renováveis, redes inteligentes, armazenamento eficiente e implantação de soluções de descarbonização para os clientes.
36
gCO2/kWh de intensidade de emissões (1)
87 %
da capacidade própria instalada está isenta de emissões
45.906
GWh de produção renovável
45.830
MW de capacidade própria em energias renováveis
2.621
MW em operação eólica offshore, chave para o crescimento do Grupo
5.336
bilhões de euros em novos financiamentos sustentáveis
Fonte: Dados do final do primeiro semestre de 2026. Informações extraídas do “Relatório de Resultados 2026 Primeiro semestre”.
(1) Números divulgados sem contar as operações descontinuadas. Emissões próprias, incluindo essas operações, de 49 gCO₂/kWh no primeiro semestre de 2026.
Além disso, na Iberdrola apostamos no financiamento verde e sustentável — somos o maior grupo emissor de bônus verdes do mundo — e na inovação em energias limpas. Também participamos ativamente de cúpulas do clima e de várias alianças que defendem ações climáticas ambiciosas e urgentes, sendo seu último compromisso importante a COP30 em Belém. Da mesma forma, trabalhamos para aumentar a conscientização da sociedade sobre as mudanças climáticas e contribuímos para o desenvolvimento sustentável. Um trabalho que tem sido reconhecido por vários índices internacionais. Além disso, em linha com esse compromisso, nos alinhamos a diferentes iniciativas, como o Dia Mundial da Energia.
Gerenciamos os riscos e oportunidades das mudanças climáticas
Melhorar a resiliência climática envolve avaliar como as mudanças climáticas criarão novos riscos ou oportunidades ou como alterarão os já existentes. A construção de sistemas resilientes requer, antes de tudo, uma transformação tecnológica em direção a uma economia descarbonizada para evitar assim os piores cenários e aproveitar as oportunidades oferecidas pela transição energética. Dessa forma, a Política de ação climática do Grupo Iberdrola inclui, entre suas linhas de ação prioritárias, a análise dos riscos e oportunidades decorrentes das mudanças climáticas, além dos riscos físicos, e a integração da ciência climática e dos critérios de adaptação e resiliência, com o objetivo de reduzir ou evitar os potenciais impactos das mudanças climáticas sobre a atividade.
Na Iberdrola, monitoramos e gerenciamos os impactos decorrentes das mudanças climáticas por meio de um processo permanente de análise, baseado na ciência climática e em sua aplicação nos procedimentos habituais da empresa, com uma abordagem de planejamento, execução, controle e melhoria contínua. A partir desta análise, concluímos que, embora existam riscos, em termos gerais o modelo de negócios da Iberdrola poderia ser classificado como resiliente às mudanças climáticas. Para mais informações sobre nossa gestão de riscos e oportunidades, consulte nosso mais recente Relatório de informações não financeiras. Relatório de sustentabilidade [PDF] (versão em espanhol).
Principais riscos climáticos
As mudanças climáticas trazem consigo vários riscos que, em grande parte, não são novos para a Iberdrola. Esses riscos, que são estabelecidos na Política Geral de Controle e Gerenciamento de Riscos e que, portanto, são monitorados periodicamente, podem ser agrupados nos seguintes itens:
- De transição, associados a todos os riscos que podem surgir no processo progressivo de descarbonização global , tais como mudanças regulatórias, de mercado, tecnológicos, reputacionais, de demanda, variações da demanda, etc.
- Físicos, decorrentes de possíveis impactos materiais sobre as instalações como resultado dos efeitos da evolução futura das variáveis climáticas , tanto crônicas (aumento das temperaturas, elevação do nível do mar, variação dos padrões pluviométricos) quanto extremas (aumento da frequência e intensidade de fenômenos climáticos extremos como ondas de calor, furacões, enchentes, etc.).
Desses riscos também podem surgir outros como a deterioração do crédito das contrapartes (fornecedores, bancos, outros), fenômenos sociais (crises humanitárias, impactos nas colheitas e na pesca, crises de refugiados, epidemias) e o aumento da competição por recursos financeiros.