ODS 13: AÇÃO CLIMÁTICA

A Iberdrola se compromete a ser neutra em carbono até 2050

#ODS #sustentabilidade ambiental #mudanças climáticas

No âmbito de seu compromisso com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) das Nações Unidas, o grupo Iberdrola foca principalmente no cumprimento do ODS 13, ação climática, contribuindo de forma ativa e decidida para um futuro sustentável e com baixas taxas de carbono para lutar contra as mudanças climáticas. Nesse sentido, estabelecemos o objetivo de reduzir as emissões absolutas de Gases de Efeito Estufa em 2030 em relação aos níveis de 2017 e ser neutros em carbono até 2050 em âmbito global.

NOSSA CONTRIBUIÇÃO PARA O ODS 13: AÇÃO CONTRA A MUDANÇA GLOBAL DO CLIMA

 As emissões de CO2 da empresa já são dois terços inferiores em relação às de nossos concorrentes na Europa1.

 A Iberdrola se comprometeu a ser neutra em carbono em 2050 em âmbito global.

 A Iberdrola propôs o fechamento de todas as suas usinas de carvão.

 O maior parque eólico da história da Iberdrola é o East Anglia ONE, nas águas britânicas do Mar do Norte.

 79 % da capacidade instalada do grupo provém de fontes livres de emissões, o que significa um total de 37.037 MW de energia limpa2.

 A Iberdrola se une ao primeiro observatório da Espanha para promover o uso dos veículos elétricos e a extensão da mobilidade sustentável.
 

1 Dados extraídos do Relatório de Sustentabilidade 2019 (versão em espanhol) [PDF].

2 Dados no encerramento dos Nove meses 2020.

 

O grupo Iberdrola contra as mudancas climáticas.#RRSSO grupo Iberdrola contra as mudancas climáticas.

 VER INFOGRÁFICO: O grupo Iberdrola contra as mudanças climáticas [PDF]

Descubra nossos fatos mais relevantes contra as mudanças climáticas

O GRUPO IBERDROLA CONTRA AS MUDANÇAS CLIMÁTICAS

  • 65,8 milhões de toneladas de CO2 evitadas durante os três últimos anos1
  • 79 % da capacidade própria instalada livre de emissões2
  • 72 % da capacidade própria instalada provém de fontes renováveis2
  • 100 bilhões de euros investidos em energias renováveis desde 20012
  • Mais de 33.700 MW de capacidade própria em energias renováveis2
  • 34 bilhões de euros entre 2018 e 2022 (47 % para redes inteligentes e 39 % para energias renováveis)2
  • 17 usinas de carvão e petróleo fechadas2
  • 11,4 bilhões de euros em bônus verdes entre 2014 e 20202
  • 3 bilhões de euros investidos no parque East Anglia ONE para melhorar a penetração das energias renováveis2

1 Dados extraídos do Relatório de Sustentabilidade 2019 (versão em espanhol) [PDF].

2 Dados no encerramento dos Nove meses 2020.

 

Ocultar informação

Compromisso climático.

O compromisso climático do grupo Iberdrola

O setor elétrico desempenha um papel essencial para limitar o aumento da temperatura do planeta abaixo de 2 ºC e evitar a emergência climática.
Energias limpas.

A Iberdrola se antecipou 20 anos em relação à transição energética

A Iberdrola aposta em um modelo de negócio que substitua a geração de energia com fontes poluentes por energias limpas.
Pegada de carbono.

O que é a pegada de carbono?

A pegada de carbono representa o volume total de gases de efeito estufa gerado pelas atividades econômicas e cotidianas do ser humano.
Hidrogênio verde.

Hidrogênio verde para cuidar do planeta

O hidrogênio extraído de fontes renováveis é a chave para alcançar a descarbonização do planeta e cumprir as metas climáticas até 2050.

O QUE É O OBJETIVO DE DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL 13: AÇÃO CONTRA A MUDANÇA GLOBAL DO CLIMA?

O ODS 13 foca na necessidade de adotar medidas urgentes para acabar com as mudanças climáticas que afetam todos os países do mundo. Tais medidas incluem o fortalecimento da resiliência e da capacidade de adaptação aos riscos relacionados ao clima, incluir ações relativas às mudanças climáticas em políticas e estratégias dos diferentes governos e melhorar a educação e a conscientização.

POR QUE O ODS 13 É TÃO IMPORTANTE: AÇÃO CONTRA A MUDANÇA GLOBAL DO CLIMA?

Tal como revela o quinto Relatório de Avaliação do IPCC (Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas), entre 1880 e 2012 a temperatura média da Terra subiu 0,85 ºC, entre 2030 e 2052 esse aumento será de 1,5 ºC e de 3 a 5 no final do século. Da mesma forma, o nível do mar aumentou 19 centímetros entre 1901 e 2010 e o Ártico perde 1,07 milhão de km2 de gelo por década.

Por outro lado, a concentração de gases de efeito estufa (GEE) na atmosfera tem aumentado de forma progressiva desde a Revolução Industrial, chegando atualmente à preocupante cifra de mais de 400 partes por milhão (ppm), conforme dados de 2019 da Organização Meteorológica Mundial (OMM). Essa instituição também adverte de que se trata de uma tendência crescente. A última vez que aconteceu na Terra uma concentração comparável de CO2 foi entre 3 e 5 milhões de anos atrás, quando ainda não existia o ser humano.

Todos esses dados indicam que os padrões climáticos da Terra estão mudando e a atividade humana é, em grande medida, a principal responsável. As mudanças climáticas causam um impacto negativo no meio ambiente, na economia, no bem-estar das pessoas e nas comunidades, portanto, se não agirmos com urgência as consequências serão devastadoras para a vida e o desenvolvimento de nosso planeta. De fato, os fenômenos meteorológicos extremos e o aumento do nível do mar já estão afetando as pessoas que moram nos países em desenvolvimento, as mais vulneráveis. Ao agir agora poderemos promover o crescimento econômico, erradicar a pobreza extrema e melhorar a saúde e o bem-estar das pessoas.

Reverter os valores mencionados anteriormente só é possível atuando em âmbito mundial, a partir de todas as áreas e com firmeza. Por isso, adotar medidas urgentes para lutar contra as mudanças climáticas se converteu no ODS 13 dos 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU, aprovados em setembro de 2015 como parte da Agenda 2030.

A IBERDROLA COM OS ODS

FATORES-CHAVE PARA ENTENDER A MUDANÇA CLIMÁTICA

A QUEM AFETA?1

Os desastres naturais provocam 60.000 falecimentos anuais, dos quais mais da metade são crianças.

A cada ano perecem 3,7 milhões de pessoas devido à poluição atmosférica.

Atualmente, 30 % da população mundial está exposta à morte por causa das ondas de calor e em 2100 poderá chegar a 74 %. A previsão é que entre 2030 e 2050 morrerão 250.000 pessoas cem consequência da mudança climática.

COMO SE DISTRIBUI NO MUNDO?2

Os 10 países mais afetados pela mudança climática se concentram na região da Ásia / Pacífico (70 %) e, em menor grau, no Caribe (30 %).

35

30

25

20

15

10

5

0

Haití

Puerto Rico

Myanmar

Filipinas

Paquistão

Vietnam

Bangladesh

Tailândia

Dominica

Nepal

PRINCIPAIS CAUSAS

O aumento da temperatura média da Terra e das emissões de gases de efeito estufa (GEE) devido à atividade humana: o desmatamento, a construção de fábricas, a queima de combustíveis fósseis e as atividades agrícolas e pecuárias que usam fertilizantes e outros produtos químicos.

COMO PODEMOS ACABAR COM ELA?

As empresas devem melhorar sua eficiência energética e aumentar o investimento para desenvolverem produtos e serviços com baixas emissões de carbono. Os cidadãos devem usar veículos não poluentes; apostar nas energias renováveis e no setor elétrico; e promover políticas que respeitem o meio ambiente e uma economia baixa em carbono.

 

 VER INFOGRÁFICO: Fatores para entender as mudanças climáticas [PDF]

Da mesma forma, para reforçar a resposta internacional face a essa ameaça global, a Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (UNFCCC) realiza anualmente a Conferência das Partes, que conta com a participação de cerca de 200 países e representa a maior iniciativa mundial para reduzir a emissão dos GEE e frear o aquecimento global. Desde a assinatura do histórico Acordo de Paris (COP21), que entrou em vigor em novembro de 2016, os países trabalham para limitar o aumento da temperatura de nosso planeta a menos de 2 ºC.

Alinhados com os objetivos da COP25

METAS DO ODS 13: AÇÃO CONTRA A MUDANÇA GLOBAL DO CLIMA

No âmbito do ODS 13, as metas concretas até 2030 são as seguintes:

  • Fortalecer a resiliência e a capacidade de adaptação aos riscos relacionados ao clima e aos desastres naturais em todos os países.
  • Incluir medidas relativas às mudanças climáticas nas políticas, estratégias e planos nacionais.
  • Melhorar a educação, a conscientização e a capacidade humana e institucional sobre as mudanças climáticas, a redução de seus efeitos e o alerta precoce.
  • Promover mecanismos para aumentar a capacidade de planejamento e de gestão eficaz em relação às mudanças climáticas nos países menos desenvolvidos.

 

Nesse sentido, as comunidades devem trabalhar para avançar rumo a uma economia com baixos teores de carbono, onde as energias renováveis e o setor elétrico desempenhem um papel fundamental. A descarbonização da economia é vital para frear as mudanças climáticas, e esta só será possível com uma aposta clara na eletrificação e nas energias limpas.