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28/01/2021

A iniciativa promovida pela ONU, COP e UNFCCC, apresentada hoje no Fórum de Davos, estabelece pontos de inflexão para incentivar mudanças em mais de 20 setores econômicos

Iberdrola se soma ao lançamento da iniciativa ‘Race to Zero Breakthough’ para alcançar uma economia livre de emissões em 2050

  • Ignacio Galán, presidente da Iberdrola, garantiu que este projeto “é um grande exemplo do poder da ação coletiva contra as mudanças climáticas. Unindo esforços, atores-chave de todas as partes do mundo e setores são capazes de multiplicar a eficiência de seus compromissos individuais e encontrar novas soluções colaborativas”.

A Iberdrola, como Companhia de referência na luta contra as mudanças climáticas e em apoio à agenda climática global, uniu-se ao lançamento da Race to Zero Breakthough, uma iniciativa promovida pelos climate champions1 das Nações Unidas, pelo presidente da COP26, Alok Sharma, e pela presidente da COP25, Carolina Schmidt, em colaboração com a secretária executiva da UNFCCC, Patricia Espinosa, na agenda do Fórum Econômico Mundial de Davos.

A Race to Zero Breakthough estabelece os pontos de inflexão específicos e de curto prazo para mais de 20 setores que integram a economia mundial, em torno de um plano estratégico que empresas, governos e sociedade civil podem aderir antes da COP26. Em conjunto, a Race to Zero Breakthough orienta os atores-chave sobre o que devem fazer e quando a fim de implementar as mudanças setoriais necessárias para alcançar um futuro resiliente e com zero emissão de carbono no máximo até 2050.

As entidades promotoras que apoiam essa iniciativa, como é o caso da Iberdrola, consideram que é indiscutível a necessidade de priorizar medidas de recuperação econômica que permitam avançar rumo a uma economia neutra em emissões.

Para enfrentar esse desafio, a iniciativa pede que os atores-chave que representem 20% de seu setor se comprometam com cada avanço para que, durante as negociações climáticas da ONU na COP de Glasgow em novembro, os governos locais, as empresas e os investidores tenham feito progressos em pelo menos 10 setores da economia.

O presidente da COP26, Alok Sharma, garantiu que “é vital que as empresas se tornem companhias com emissão zero como parte da luta contra as mudanças climáticas. Por isso, esperamos que todos os setores cheguem a um ponto em que a forma limpa de operar se converta em norma. Porque se cada setor fizer a sua parte, veremos a economia mundial no caminho certo para atingir a emissão zero em 2050”.

Para conseguir a transformação de toda a economia, as cidades, regiões e os líderes do setor privado terão que trabalhar em colaboração e comprometer suas habilidades, engenhosidade e recursos para a consecução desses avanços. Nesse sentido, Gonzalo Muñoz, climate champion da COP25 comentou que "não podemos vencer a Race to Zero se corrermos sozinhos. Somente poderemos melhorar os setores de nossa economia mundial para conquistar um futuro saudável, resistente e com emissão zero de carbono se todos colaborarmos nessa transformação. Esses avanços setoriais nos permitirão ir mais longe e mais rápido em nossa corrida rumo à emissão zero".


Os líderes da indústria aceitam o desafio

A Race to Zero Breakthough contou com o apoio de seis empresas líderes em seu setor e em sua ambição e compromisso na luta contra as mudanças climáticas, entre as quais a Iberdrola.  

Ignacio Galán, presidente da Iberdrola, garantiu que este projeto “é um grande exemplo do poder da ação coletiva contra as mudanças climáticas. Unindo esforços, atores-chave de todas as partes do mundo e setores, será possível multiplicar a eficiência de seus compromissos individuais e encontrar novas soluções colaborativas. O setor elétrico desempenha um papel essencial se quisermos acelerar o caminho para um fornecimento de energia mais sustentável, seguro e competitivo e, neste contexto, a Iberdrola lançou seu plano de investimento de 75 bilhões de euros para acelerar a transição energética. A Companhia apoia essa ambiciosa iniciativa e está disposta a trabalhar com a UNFCCC, COP26 e com o WEF para sua implementação”.


Um caminho para unir esforços

O objetivo da 'Race to Zero' é que as cidades, regiões, empresas e investidores se mobilizem e unam esforços para construir uma recuperação neutra em carbono, mais saudável e mais resiliente. A meta final dessa iniciativa é conseguir uma economia neutra em emissões até o ano 2050. Dessa forma, será possível reduzir as futuras ameaças causadas pelo impacto das mudanças climáticas contribuindo para criação de empregos de qualidade e construindo um caminho sólido de crescimento sustentável e inclusivo.

As entidades promotoras que apoiam essa iniciativa, como é o caso da Iberdrola, consideram que é indiscutível a necessidade de priorizar medidas de recuperação econômica que permitam avançar rumo a uma economia neutra em emissões, efetuando as transformações que isso envolve em setores como o da energia, implantando as energias renováveis, eletrificação do transporte, etc.


Iberdrola, presente nos principais diálogos e alianças climáticas

A Iberdrola apoia as negociações internacionais sobre mudanças climáticas com sua participação em todas as Conferências do Clima e marcos da agenda climática global, especialmente em relação à COP21 de Paris. Da mesma forma, seu presidente, Ignacio Galán, apoiou o Acordo de Paris com sua presença na cerimônia de assinatura realizada na Organização das Nações Unidas em abril de 2016.

A empresa faz parte das principais alianças climáticas globais, tais como a We Mean Business, World Business Council For Sustainable Development ou a Climate Ambition Alliance e Business Ambition for 1.5 ºC, ambas presentes na criação da 'Race to Zero'. 

Galán também foi um dos primeiros líderes empresariais que apoiaram o objetivo de alcançar emissões líquidas nulas em 2050, tanto no contexto global quanto europeu, situando-se na liderança dos posicionamentos mais ambiciosos em termos de políticas climáticas.





1 Figuras dinamizadoras da ação climática e da participação da sociedade civil nas iniciativas da agenda climática global.